Musicistas Convidados dos Festivais Unificados 2026

Alana Dias é trompetista da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA). Sua trajetória musical teve início na Filarmônica 4 de Janeiro, em Itiúba (BA), seguindo para o programa NEOJIBA, em Salvador, onde foi orientada pelo professor e regente Helder Passinho Junior. Em 2015, ingressou no Bacharelado em Instrumento da Universidade Federal da Bahia (UFBA), sob a tutela do Dr. Heinz Karl Schwebel. Durante a graduação, realizou um intercâmbio acadêmico na Universidade de Artes em Mannheim, na Alemanha (2017-2018). Consolidando sua formação, obteve em 2024 o título de Mestre em Performance pela Haute École de Musique de Genève, na Suíça, onde estudou com o professor Gérard Métrailler. Com uma atuação versátil, possui experiência em música de câmara, brass bands, música eletroacústica e prática orquestral. Além da performance, dedica-se ao ensino individual e coletivo de trompete, atuando também como compositora, arranjadora e desenvolvedora de material pedagógico para o instrumento.

André Micheletti Natural de Piracicaba, André Micheletti tem duplo doutorado pela Indiana University em Violoncelo e Violoncelo Barroco, sob orientação de Helga Winold, Nigel North e Stanley Ritchie, tendo aulas e master classes com Janos Starker. Foi bolsista da CAPES-Fulbright em seus doutorados. Mestre em Violoncelo e Pedagogia do violoncelo pela Northwestern University, em Chicago, sob orientação de Hans Jörgen Jensen, e Bacharel em violoncelo pela Unicamp, sob orientação de Antonio Lauro del Claro. Foi professor nos Festivais de música de Juiz de Fora, Belém, Londrina, Campos do Jordão, Itu, Brasília. Como solista, fez a primeira audição do concerto para violoncelo e orquestra de Edmundo Vilani Côrtes e apresentou-se frente a Orquestra Sinfônica de Heliópolis (Instituto Baccarelli), Orquestra Sinfônica de Goiás, Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra Sinfônica de Sorocaba, Orquestra Sinfônica de Belém (Pará), Orquestra Experimental de Repertório, Camerata Fukuda, Orquestra de Camera da Unesp, Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, North Shore Chamber Orchestra (EUA), Bach Gamut Ensemble (EUA). Com instrumento de época (violoncelo barroco), foi finalista do Concours Etoile-Galaxy, de Montreal com o Trio Vetruviani e semi-finalista da competição 'À Tre', em Trössingen, Alemanha. Primeiro colocado e melhor intérprete de Música Brasileira nos Concursos Estímulo aos Jovens Solistas do Brasil e no Concurso Jovens Instrumentistas do Brasil, além de vencedor do Concurso Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório. Em 2009 foi vencedor do Concurso de Música da Espanha e América Latina, promovido pela Embaixada da Espanha nos Estados Unidos e pelo Centro de Música Latino-Americana da Indiana University com o Trio Micheletti. Atualmente é diretor artístico associado da Orquestra Sinfônica de Piracicaba e professor de violoncelo na USP-Ribeirão Preto.

Bruno Costa é regente, diretor artístico e produtor cultural, com atuação destacada na música coral e na produção musical em São Paulo. É diretor artístico do Coro Osvaldo Lacerda, grupo com o qual desenvolve uma trajetória dedicada à pesquisa, interpretação e difusão da música vocal brasileira. Em 2022, lançou o álbum Cantos de Saudade, dedicado à obra vocal de Osvaldo Lacerda, consolidando um trabalho marcado por concertos e projetos de valorização do repertório coral brasileiro. Desde 2024, atua como maestro preparador do coro nas temporadas do Theatro São Pedro, participando de produções profissionais e da Academia de Ópera nas temporadas de 2024, 2025, 2026 e 2027. Ao longo de sua trajetória, também foi convidado a reger grupos como o Coral Paulistano do Theatro Municipal de São Paulo, o Coro Acadêmico da Osesp e o Coral Jovem do Estado. É ainda Coordenador Vocal dos coros da ACAFI, em Indaiatuba. À frente da Rede Cultural Carmina Nova, também atua na gestão e produção cultural. Em 2026, inaugurou o Centro Cultural Carmina Nova, espaço dedicado à criação, formação e circulação musical, que reúne diferentes grupos, projetos e atividades artísticas na cidade de São Paulo. Discípulo de Naomi Munakata e Abel Rocha, Costa alia sua formação como cantor e regente a uma atuação voltada à construção de projetos coletivos, à formação musical e ao desenvolvimento de iniciativas independentes no campo da música.

Carlos Aleixo Natural da cidade de Itabira, Estado de Minas Gerais, Carlos Aleixo é Professor Titular da Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Graduado pela mesma instituição, Carlos concluiu o Mestrado nos Estados Unidos no ano de 1995 com o título "Master of Music in Viola Performance" na Shenandoah University. Em Maio de 2006, como bolsista da CAPES/MEC, concluiu o Doutorado em Artes Musicais Performance/Viola (USA). Durante este período foi também aluno de regência na classe do professor/maestro Jan Wagner. Como solista já esteve a frente da Orquestra da Escola de Música da UFMG, Fairfax Simphony Orchestra (USA), Orquestra de Câmara SesiMinas/Musicoop, Orquestra de Câmara BDMG, Orquestra Sinfônica Nacional do Teatro Claudio Santoro/Brasília e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Nos anos 2004-05/06 teve o nome incluído no livro "Who's Who Among American Universities & Colleges". Carlos frequentemente se apresenta em diferentes formações cameristicas nas salas de concerto de Belo Horizonte e demais capitais do Brasil. Lecionou como Professor Adjunto de viola na Shenandoah University/Conservatory of Music/USA e Professor de Cordas na Loudon County Public School de 2003 a 2006. Em 2005, recebeu o prêmio "Distinguished International Student Award". No dia 02 de junho de 2022, recebeu o título de membro honorário da Sociedade Americana de Viola de Arco (American Viola Society – AVS) por suas distintas contribuições no ensino e na execução do instrumento, tanto no Brasil quanto no exterior, e pela fundação da Abrav – Associação Brasileira de Violistas. A homenagem ocorreu durante o 2022 American Viola Society Festival e 47th International Viola Congress, evento sediado na cidade de Columbus, GA, USA. Carlos tem atuado como professor de Viola em diversos Festivais no Brasil e apresentando master class e palestras na área de performance do instrumento, mantém o Duo Viola e Piano com a Prof. Cenira Schreiber, onde grande parte do repertório está voltado para compositores latino-americanos.

Fabio Scarduelli é violonista, professor e pesquisador. Mestre e Doutor em Música pela UNICAMP, instituição na qual foi ainda professor e onde realizou seu pós-doutorado. Gravou dois discos solo, sendo o primeiro intitulado Música Paulista para Violão, com a primeira gravação da integral para violão solo do compositor brasileiro Almeida Prado, e o mais recente Obras Brasileiras para Violão, estreando obras de Sérgio Vasconcellos Corrêa, Milton Nunes, Felipe de Almeida Ribeiro e Pedro Cameron. Mantém intensa carreira como concertista e pesquisador, com abordagens que envolvem o repertório solo e de música de câmara, tendo se apresentado em diversos estados brasileiros. Atuou como convidado em diversos festivais, realizando concertos, palestras e masterclasses. Destaca-se a participação como membro do júri do Concurso do Koblenz International Guitar Festival (Hubert Käppel International Guitar Competition) na Alemanha nos anos de 2018, 2019, 2023, 2024 e 2025, onde ministrou ainda palestras e masterclasses. Atualmente é professor da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Universidade Estadual do Paraná), em Curitiba, ministrando aulas e orientações na graduação e na pós-graduação (Mestrado em Música). É também professor colaborador no Programa de Pós-graduação em Música da UNICAMP desde 2010, orientando trabalhos de Doutorado.

Licio Bruno Baixo-barítono e Professor de Canto, completou em julho passado seus 38 anos de carreira ininterrupta. Mestre pela UNIRIO, finaliza em 2027 seu Doutorado em Práticas Interpretativas pela UFMG. Licio Bruno consolida-se como uma das vozes mais respeitadas e versáteis da cena lírica brasileira. Sua trajetória é sustentada por uma formação robusta: mestrado, doutorado e quatro anos de aperfeiçoamento em Budapeste, que incluíram 3 anos na Franz Liszt Academy of Music e 8 anos na Ópera Estatal Húngara, onde atuou como artista convidado. É Professor Adjunto da FAMES, formando jovens cantores para a cena lírica nacional e internacional. Sua atuação profissional desdobra-se no canto, na direção cênica e no magistério. Sua excelência foi reconhecida em 2004 com o Prêmio Carlos Gomes, a mais alta láurea da música clássica nacional. Além disso, Bruno conquistou dez primeiros prêmios em concursos como o Budapest Operahouse International Singing Competition (1998). Um marco histórico o singulariza: é o único brasileiro a ter protagonizado integralmente os papéis de Wotan/Wanderer na tetralogia O Anel do Nibelungo, de Richard Wagner. Com mais de 80 personagens em seu repertório, sua carreira internacional abrange três continentes, com atuações em teatros como a Ópera de Budapest, Hungria, o Teatro del Sodre e Solis (Uruguai) e os Teatros El Círculo e Argentino de La Plata (Argentina). No Brasil, é presença constante nos palcos do Theatro Municipal de São Paulo e do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Amazonas, Manaus, Palácio das Artes e OFMG, em Belo Horizonte, e OSPA, em Porto Alegre, interpretando papéis principais em obras de Mozart, Beethoven, Orff, Carlos Gomes, Puccini, Verdi e Dvořák. É artista convidado das mais importantes orquestras brasileiras. Com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais (OFMG), interpretou a Nona Sinfonia de Beethoven em seu concerto de estreia e na celebração de seus dez anos, além de gravar o CD Pedro I of Brazil para o selo Naxos. Com a OSESP, abriu a temporada 2024 com uma aclamada execução de Carmina Burana. Fundou, com a mezzo-soprano Adalgisa Rosa, o Coletivo das Artes, centro de artes, estudos e produção voltado para a educação e produção de óperas de câmara brasileiras. A montagem do Coletivo de O Caixeiro da Taverna (de G. Bernstein) tornou-se a primeira produção capixaba a circular por teatros e festivais nacionais. Em 2025, a outorga do Prêmio "Grandes Vozes" da Cia Ópera São Paulo veio consagrar a trajetória de Licio Bruno, inscrevendo definitivamente seu nome entre as vozes de referência do panorama lírico internacional.

Patricia Michelini tem na flauta doce o centro de sua atuação profissional, articulando prática, formação, pesquisa e criação. Como intérprete, transita entre a música antiga e o repertório contemporâneo e brasileiro para flauta doce. É flautista e regente da Orquestra Barroca da Unirio, onde colabora com sua diretora artística, Laura Rónai, e integra o Duo Flustres, voltado à interpretação e à criação para o instrumento. Professora de Flauta Doce da Escola de Música da UFRJ desde 2011, atua na Graduação, no Programa de Pós-Graduação Profissional em Música, do qual é coordenadora, e na Extensão, como responsável pelo Conjunto de Flautas Doces Janelas Abertas. Em 2024, publicou, em coautoria com David Castelo e Laura Rónai, o e-book A flauta doce da cabeça ao pé, dedicado aos aspectos históricos, culturais, físicos e técnicos da prática do instrumento.

Pedro Robatto Clarinetista, natural de Salvador, Bahia, graduou-se com o professor Klaus Haefele na Universidade Federal da Bahia (UFBA), instituição na qual também concluiu o Mestrado e o Doutorado em Execução Musical, sob a orientação do professor Joel Barbosa. Em 1988, realizou estudos na Escola Superior de Música de Karlsruhe, na Alemanha, com Wolfgang Meyer, e, em 1998, estudou com Earl Thomas e Patricia Kostek na Universidade de Victoria, no Canadá. Participou de diversos cursos e festivais de música no Brasil, Alemanha, Argentina, Suíça, Itália, Estados Unidos e Canadá, estudando com renomados clarinetistas, como Walter Boeykens, Francesco Belli, John Laughton e Alain Damiens. Foi vencedor de importantes concursos de música no Brasil e na Argentina, entre eles o I Concurso Internacional de Buenos Aires, o Concurso Nacional de Música de Câmara da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, o Concurso Jovens Solistas da OSESP e o Concurso Jovem Solista da Orquestra Firestone, em Londrina, Paraná. Também foi finalista do VIII Prêmio Eldorado de Música, em São Paulo. Desenvolveu intensa atividade como solista, apresentando-se com diversas orquestras brasileiras, e possui também uma destacada trajetória na área de música de câmara, com apresentações no Brasil e em países como Suíça, Estados Unidos, Canadá e Argentina. Desde 1989, é Clarinetista Principal da Orquestra Sinfônica da Bahia e, desde 1992, é Professor de Clarinete e Música de Câmara da Universidade Federal da Bahia, onde desenvolve atividades docentes no curso de Bacharelado em Música e nos programas de Mestrado e Doutorado Profissional. Em 1999, foi Professor Assistente na Universidade de Victoria, no Canadá. Também participou como professor de clarinete em diversos cursos e festivais de música no Brasil, entre eles o Curso Internacional de Verão de Brasília, o Festival de Inverno Unisinos, no Rio Grande do Sul, o Festival de Inverno de Domingos Martins, no Espírito Santo, e o Festival Internacional de Música de Londrina, no Paraná, entre outros.

Rebeca Furtado é Professora de Contrabaixo Acústico da UFPE e atua como pesquisadora na área de gênero e música. Frequentemente se apresenta em concertos de música contemporânea e em recitais que contemplam um repertório diversificado quanto à origem e formação instrumental. Iniciou seus estudos no contrabaixo na Casa de Música de Ouro Branco – MG, é graduada em música pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG, 2014), possui Mestrado e Doutorado em Música pela University of Iowa (EUA, 2019). Atuou na Orquestra Ouro Preto, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Minas Barroca, Waterloo-Cedar Falls Symphony Orchestra, entre outros, destacando o Quinteto Caliandra, grupo idealizado para apresentar um repertório escrito por mulheres para música de câmara com o contrabaixo. Rebeca foi também instrumentista junto ao grupo de contrabaixos DoContra e hoje faz parte do grupo Flauta de Bloco, dedicado ao repertório da música pernambucana. Rebeca organizou eventos e encontros de contrabaixo em parceria com a UEMG, ETECM (PE), IFPB, UFRN, Orquestra Criança Cidadã (PE) e NEOJIBA, com convidados regionais e internacionais.

Tiago Carneiro Trompista da Orquestra Sinfônica da UFRJ, destaca-se como um dos músicos de sua geração, com atuação como solista e instrumentista de orquestra. Natural de Volta Redonda (RJ), iniciou seus estudos no Projeto Volta Redonda Cidade da Música e integrou a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa (2010–2012). É mestre em Música pela Universidade de Aveiro (Portugal), onde estudou com Bernardo Silva e atuou como convidado na Orquestra da Casa da Música (Porto). Participou do Hornweek International (Cracóvia 2015 e Karlsruhe 2018) e de masterclasses com Will Sanders, Willy Bessems, Szabolcs Zempleni, Guido Corti, Stefan Dohr, Abel Pereira e Ab Koster. Paralelamente à carreira artística, desenvolve atividade pedagógica, tendo participado do Festival Civebra e do Encontro Brasileiro de Trompistas (2024–2025). É membro fundador do grupo Trompa Brasilis e, desde 2018, coordena o Festival Brasil-Alemanha.

Wilson Dias Primeiro bacharel em eufônio do Brasil, pela Faculdade Mozarteum de São Paulo, e pós-graduado em Performance e Pedagogia dos instrumentos de Metais e Regência Orquestral pela Faculdade de Ciência e Educação do Caparaó. Trombone solista da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas desde 1995, Regente associado e chefe de naipe dos metais da Orquestra Cristã Brasileira – OCB e professor de Eufônio da Escola de Música do Estado de São Paulo. Docente convidado em diversos cursos e festivais nacionais e internacionais, dentre eles: Festival Trombonanza em Santa Fé - Argentina, Peru LowBrass em Lima – Peru, Festival de Metais em Arequipa – Peru, Festival de Metais em Guanajuato – México, CIVEBRA – Curso Internacional de Verão de Brasília, Festival Internacional de Música da Universidade Federal de Goiás, Festival Internacional de Metais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, entre outros. Participa como músico convidado nas principais orquestras nacionais, dentre elas: OSESP, OFMG, OSPA, OSPAR. Tem se apresentado como solista frente a várias instituições musicais, dentre elas: Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Sinfônica da Unicamp, Bandas Sinfônicas Municipais da Região de Campinas, Banda Sinfônica do Estado de SP, Bandas Sinfônicas Militares do Sudeste do Brasil, Bandas Sinfônicas do Centro-Oeste do Brasil, Orquestra Sinfônica de Potsdam - Alemanha e Banda Sinfônica da Ciudad del Santa Fé. Tem apresentado recitais em diversos lugares e regiões do Brasil, em Santa Fé na Argentina e Guanajuato no México. Participou de concertos nas cidades de San Diego (USA), Gifu (JAP), Schladming (AUS), com a Orquestra Sinfônica de Campinas e Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Apresentou-se como regente convidado da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Banda Sinfônica de Sumaré-SP, Banda Sinfônica de Nova Odessa-SP, Banda Sinfônica da Academia da Força Aérea de Pirassununga-SP. Organizador dos Festivais Internacionais Carlos Gomes de Campinas, 2009, 10 e 12. Membro da Associação Brasileira de Trombonistas, Associação de Eufônios e Tubas do Brasil. Regente da Orquestra Filarmônica Popular de Campinas, Banda Musical Carlos Gomes de Campinas e regente associado da Orquestra Cristã Brasileira. Artista HS Musical e Engelman Mouthpieces.


